Bitcoin é a nova moeda global?

Até 2027, o Fórum Econômico Mundial estima que 10% do PIB mundial estará em ativos digitais, tais como o Bitcoin. Primeira criptomoeda a ser criada, o Bitcoin nasceu com a proposta e o potencial de se tornar uma moeda global. Uma de suas principais características é a descentralização, ou seja, o fato de não ser controlado por um governo, economia nacional ou instituição financeira. Portanto, não está limitado a um único território, podendo ser usado no mundo inteiro. Atualmente, o que impede o Bitcoin de se tornar uma moeda realmente usada em escala global é a falta de consenso entre os países sobre como regulá-lo, isto é, sobre o que de fato ele é.

“O Japão já o aceita como meio de pagamento privado, mas, aqui no Brasil, ele ainda é tratado como mercadoria”, exemplifica o analista da Empiricus Vinicius Bazan, que escreve a série Crypto Alert.

Hoje, não existe uma moeda global. O dólar, apesar de ser usado como reserva de muitos países por ser aceito na maioria das transações internacionais, é apenas uma moeda de referência. Não se pode sair pelas ruas de São Paulo, por exemplo, e comprar em dólar. Com o Bitcoin, isso seria possível.

Qualquer estabelecimento pode aceitar bitcoins em lugar de reais. Para isso, basta que o comerciante tenha um gateway apropriado. O sistema é parecido com o de cartão de crédito e é capaz de converter bitcoins em reais. “Isso mostra que é mais fácil aceitar bitcoins ou outra moeda digital como dinheiro global do que replicar outra moeda, como o dólar, por exemplo”, avalia Bazan.

Outras moedas digitais

Apesar de ser a primeira criptomoeda, o bitcoin não é a única. Atualmente, existem mais de mil cryptocurrencies. Algumas delas – Zcash, Dash e Monero – têm um sistema de transação muito mais rápido e com mais privacidade do que o Bitcoin. Ainda assim, não se pode negar que o bitcoin tem muita força no mercado de criptomoedas, até porque, muitas vezes, ele é usado para comprar outras moedas digitais.

“Tenho muita expectativa de que vá existir uma moeda digital global. Se for das que já existem, será o Bitcoin. Mas pode ser que surja outra, controlada pelas instituições financeiras”, explica Bazan. O Fundo Monetário Internacional (FMI), por exemplo, já estuda criar uma criptomoeda. “Dificilmente o FMI vai aceitar de cara uma moeda sobre a qual ele não tenha o controle monetário. Não podemos afirmar com toda a certeza que o bitcoin será uma moeda global, mas isso não é irreal. Isso tudo depende muito da aceitação e uso das pessoas ao redor do mundo”, argumenta.

É mais barato?

Outra vantagem das criptomoedas são as taxas baixas para as transações. Por exemplo, em geral, sai mais barato transferir dinheiro daqui para os Estados Unidos via Bitcoin do que por meio dos bancos.

Vale destacar, porém, que não há uma taxa fixa. As taxas variam conforme o grau de dificuldade para validar uma transação – trabalho realizado pelos mineradores. Para cada transação, são necessárias ao menos seis validações. “Quanto maior for a quantidade de transações naquele momento, maior será a taxa, porque o número de mineradores é limitado”, explica o analista da Empiricus.

Apesar das taxas baixas, o valor atual de mercado dos bitcoins é alto. Atualmente, um bitcoin equivale a mais de R$ 17 mil ou US$ 5,6 mil. O investidor, no entanto, pode comprar centavos de bitcoin, já que, na cotação, após a vírgula há oito casas decimais referentes aos valores das frações da moeda.

Riscos

Assim como acontece com as ações, o preço do bitcoin pode variar muito. O investidor pode perder 100% ou ganhar 1.000%. Na Empiricus, acreditamos que se trata de um mercado em consolidação, ainda muito sensível, em que qualquer novidade é capaz de engatilhar movimentos expressivos de valorização. O fato de o bitcoin ser descentralizado, isto é, não ter por trás um Banco Central ou governo que busque estabilidade, faz com que esse seja um dos mercados que mais oscilam no mundo.

É seguro?

A segurança é garantida por um código matemático complexo e único. Para um bitcoin nascer, muitos computadores e energia elétrica são utilizados. Soma-se a isso o fato de que toda moeda é gerada e fiscalizada em uma rede de transações chamada blockchain.

O blockchain é uma tecnologia que funciona como um livro de registros ou um livro contábil. Todas as transações feitas no mundo com a moeda virtual estão registradas ali. Dessa forma, é garantida a segurança e a integridade da moeda à prova de hackers.
Sempre que uma fração de bitcoin troca de mãos, é submetida a, no mínimo, seis verificações pela rede. Em outras palavras, o Bitcoin é seguro e transparente. Todos sabem o caminho que cada moeda percorreu e, mesmo assim, todas as identidades são protegidas.

Como comprar Bitcoin?

Por tratar-se uma moeda digital, toda operação de compra e venda de bitcoins é feita online, por meio de plataformas específicas chamadas de exchanges (corretoras de criptomoedas). Para comprar, o investidor precisa de um CPF válido e de um computador ou dispositivo móvel conectado à internet. No Brasil, as corretoras mais famosas são Mercado Bitcoin e Foxbit.

Aberta a conta em uma dessas plataformas, basta transferir o dinheiro e fazer a compra. Após comprar moedas digitais, é fundamental armazená-las de maneira segura. Para tanto, o ideal é usar carteiras virtuais, que podem ser softwares para computador ou aplicativos.

(Fonte: https://moneytimes.com.br/bitcoin-e-a-nova-moeda-global)

COMENTÁRIO DO EVANGELISMO.BLOG.BR

Um dos requisitos para a implantação de uma Nova Ordem Mundial (NOM) é a criação e a adoção de uma moeda digital global. O primeiro desafio já foi superado, pois hoje, além do Bitcoin, outras moedas digitais já estão disponíveis no mundo. Agora só falta alcançar o segundo objetivo, que é a adoção de uma dessas moedas digitais, ou de uma outra que venha a ser criada, por todos os países unanimemente.

Mas você sabe o que é a Nova Ordem Mundial e quais os impactos que ela trará sobre sua vida?

Veja essa definição, extraída do blog “A Nova Ordem Mundial”:

“A nova ordem mundial, em poucas palavras, é uma reestruturação política, militar e financeira em um nível global, com uma total centralização do poder, além da implantação de um estado policial total, na qual todos os seres humanos seriam controlados em todos os aspectos de suas vidas. Esta nova ordem mundial vem sendo implementada gradualmente desde o início do século, mas nas últimas 2 décadas ela vem sendo acelerada a largos passos, com utilização do paradigma problema-reação-solução, também chamado de Dialética Hegeliana. Em resumo problemas são propositalmente criados, tais como: atentados terroristas, crises financeiras, aquecimento global, rumores de armas de destruição em massa, pandemias, etc, e após haver uma ampla reação para o problema criado, uma solução é apresentada, que geralmente levará a criação de um orgão global ou remoção dos direitos individuais.”
(Fonte: http://www.anovaordemmundial.com/2008/09/sobre-este-blog.html)

Uma outra definição está presente no livro “Introdução a Nova Ordem Mundial” de Alexandre Costa, publicado em 2015:

“A Nova Ordem Mundial será uma ditadura global, totalitária, socialista, culturalmente coletivista, com valores próprios e completamente diferentes dos valores praticados atualmente pela maioria da população. Esta Nova Ordem estará ancorada num sistema financeiro internacional sem lastro algum, em regras totalitárias supostamente científicas, com todas as atitudes humanas controladas pelo Estado, este controlado por uma elite política, e acima desta um grupo de endinheirados que controla as corporações, o sistema financeiro e a mídia. A corda que guia os bonecos.”

Quanto aos impactos ocasionados pela implantação da NOM, eles serão desastrosos para a humanidade. Para que seja implantada, será necessário, por exemplo, perseguir e destruir todo o cristianismo, que defende ideias totalmente opostas as da NOM. A destruição completa não acontecerá, mas a perseguição será terrível e muitos cristãos morrerão por não concordarem com esse sistema que será instalado sob a coordenação do anticristo mais cedo ou mais tarde.

“E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.” (Apocalipse 13:6,7)

De acordo com o primeiro dos dez mandamentos contidos nas Pedras da Geórgia, a população mundial deve ficar limitada a 500 milhões de pessoas. Observe agora o que disse Henry Kissinger, Ex-Secretário de Estado dos Estados Unidos:

“Sim, muitas pessoas morrerão quando a Nova Ordem Mundial for estabelecida, mas será um mundo bem melhor para aqueles que sobreviverem”

A ideia defendida é a de que um mundo menos povoado proverá uma qualidade de vida melhor para o remanescente privilegiado. É curioso notar que essa ideia parece agradar até mesmo a pessoas mais “comuns”, digo “menos ricas”, com quem já conversei, mas elas se esquecem de um detalhe importante: elas é quem serão eliminadas!

A profecia contida em Apocalipse 13, sobre a necessária aceitação da “marca da besta” para a realização de compras e vendas, já pode ser cumprida com a atual tecnologia de que o homem dispõe. A moeda digital, que pode ser movimentada eletronicamente por meio de dispositivos implantados no corpo, já é uma realidade e isso indica proximidade para o estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial.

Jamais aceite a marca da besta.

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