Trindade, Unicismo e Unitarismo. E agora?

Quem é Deus? Como Ele é? Como o veremos? Como ele pode ser Pai, Filho e Espírito Santo e ser um?

Se não é tão fácil encontrar as palavras certas para fazer a pergunta, até que o assunto possa ser introduzido, mais difícil ainda é obter a resposta, até mesmo para quem recebeu revelação direta da Deus, como o apóstolo Paulo, que escreveu:

“Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.” (1 Coríntios 13:12-12)

É interessante comentar que o espelho, naquela época, não refletia uma imagem tão nítida como a que temos hoje, mas apenas um reflexo bastante desfocado.

Então não espere que alguém hoje consiga trazer uma resposta precisa acerca da Divindade e sua manifestação aos homens.

Ainda assim, com base em uma análise sistematizada das Escrituras Sagradas, podemos chegar a conclusões cada vez mais próximas da realidade. A imagem que temos de Deus agora não é tão nítida, assim como no espelho da época do apóstolo, mas um dia essa imagem será, e será como a imagem do espelho é atualmente, pois o veremos face a face. Veremos Deus, como Ele é.

No decorrer dos séculos, os homens se esforçaram para explicar, digamos assim, a Pessoa de Deus, o que deu origem a alguns conceitos diferentes, a saber, a Trindade, Unicismo e o Unitarismo. Dentro desses conceitos, existem ainda algumas ramificações, grupos que se dividiram mais ainda, adentrando em questões mais específicas.

O objetivo desse estudo é demonstrar que a proposta que mais se aproxima da realidade divina é a Unicista, não que seja perfeita e capaz de responder com exatidão o enigma, ou que os demais conceitos estejam completamente equivocados.

O assunto é realmente complexo e só será inteiramente esclarecido aos homens no advento da volta do Senhor Jesus Cristo. Não obstante, o posicionamento que deve prosperar é aquele que mais se adequa à totalidade dos ensinamentos contidos nas Escrituras Sagradas.

Na sequência, observe de forma resumida o conceito de cada uma dessas propostas:

TRINDADE:

“As pessoas divinas são realmente distintas entre si. "Deus é único, mas não solitário" (Fides Damasi: DS 71). "Pai", "Filho”, Espírito Santo" não são simplesmente nomes que designam modalidades do ser divino, pois são realmente distintos entre si: "Aquele que é o Pai não é o Filho, e aquele que é o Filho não é o Pai, nem o Espírito Santo é aquele que é o Pai ou o Filho" (Cc. de Toledo XI, ano 675: DS 530). São distintos entre si pelas suas relações de origem: "É o Pai que gera, o Filho que é gerado, o Espírito Santo que procede" (Cc. Latrão IV, ano 1215: DS 804). A Unidade divina é Trina.”

Fonte: http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/211/41/

UNICISMO:

“Simplesmente declara, Deus é absolutamente e indivisivelmente um. Não há distinções ou divisões essencial em Sua natureza eterna. Todos os nomes e títulos da Deidade, tais como Elohim, Yahweh, Adonai, Pai, Verbo, Espírito Santo referem-se a um e ao mesmo ser, ou - em terminologia trinitariana de uma pessoa. Qualquer pluralidade associada com Deus é somente uma pluralidade de atributos, títulos, papéis, manifestações, modos de atividades, ou relacionamentos do homem.”

Fonte: http://www.cnub.org.br/estudos/index.php?not_id=84

UNITARISMO:

Fonte: http://www.cyocaminho.com.br/Unitarianismo.html

É possível utilizar a Bíblia para defender as três propostas e isso não significa que a Bíblia ensine de forma contraditória. Isso significa que ela deve ser considerada pela sua totalidade, e não apenas com base em referências isoladas.

Todos são unânimes em afirmar que Deus é um só. O problema surge ao definir quem é Jesus Cristo.

Apesar de todo o Primeiro Testamento (Velho Testamento) registrar de forma transparente essa verdade, a de que só existe um Deus, ele também já trazia informações sobre a manifestação corpórea desse Deus, entre os homens, como vemos em Isaías 9:6, 7:14 e Zacarias 14:1-5:

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” (Isaías 9:6-6)

“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.” (Isaías 7:14-14)

“Eis que para Adonai (YHVH) vem um dia em que no meio de ti serão repartidos os teus despojos. Pois ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém. A cidade será tomada, as casas serão saqueadas e as mulheres violadas; a metade da cidade sairá para o cativeiro, e o resto do povo não será exterminado da cidade. Então sairá Adonai (YHVH), e pelejará contra essas nações, como quando pelejou no dia da batalha. Naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; o monte de Oliveiras será fendido pelo meio para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale mui grande; uma metade do monte se removerá para o norte, e a outra metade para o sul. Fugireis pelo vale dos meus montes, pois o vale dos montes se estenderá até Azel; sim, fugireis, como fugistes de diante do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá: virá Adonai (YHVH) meu Deus, e todos os santos contigo.” (Zacarias 14:1-5)

Perceba que o Primeiro Testamento já anunciava um Deus missionário, manifestado em corpo material, que não admitia dividir sua glória com outro (Isaías 42:8), e nem reconhecia a existência de outro Deus, além dele mesmo (Isaías 45:5).

Uma evidência formidável de que Deus esteve pessoalmente entre os homens encontra-se na Porta do Oriente, que está fechada, “porque YHVH, Deus de Israel, entrou por ela” (Ez 44:2).

Reconhecendo como verdadeiro o fato de que Cristo passou por aquela porta, que olha para o monte das Oliveiras, e que, mais tarde, fora fechada, então deveríamos mesmo crer que YHVH e Jesus Cristo são a mesma Pessoa.

No Velho Testamento, temos a promessa de que os pés de YHVH estarão sobre o Monte das Oliveiras, Ele e todos os seus santos (Zc 14:5). No Novo Testamento, vemos o Senhor Jesus Cristo dizer aos discípulos que virá novamente, em glória, com os seus santos anjos (Mateus 25:31).

De acordo com Zacarias, os pés de YHVH estarão sobre o Monte das Oliveiras, que é o mesmo lugar escolhido por Jesus Cristo para subir aos céus. Segundo os dois varões de Atos 1:10, Ele voltará, isto é, tornará a pisar os seus pés no Monte das Oliveiras, da mesma forma que como para o céu foi elevado (Atos 1:12).

Um vez que tocar o solo, o Senhor Jesus Cristo aniquilará o anticristo "pelo assopro da sua boca, e o aniquilará pelo esplendor da sua vinda” (2 Tessalonicenses 2:8).

Até aí, não haveria problema algum em afirmar que YHVH e Jesus Cristo são o mesmo Senhor. Mas como compreender as situações em que Jesus Cristo fala com o Pai, como se fosse outra Pessoa?

No início de tudo, o espírito de Deus pairava por cima das águas (Gênesis 1:2). Em concordância, o Senhor Jesus Cristo afirmou que Deus é espírito (João 4:24).

É sabido que um espírito não tem corpo e não tem forma. Quando Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, certamente Ele não se referiu a uma semelhança física, mas a algum outro tipo de semelhança, sobre a qual debatem os teólogos até hoje.

Para viver entre os homens, seria necessário que o Espírito de Deus possuísse um corpo material. Por essa razão, o Espírito de Deus providenciou o nascimento de Jesus Cristo, homem, sendo gerado milagrosamente no ventre de uma mulher virgem.

De acordo com Hebreus 1:3, olhar para Cristo era o mesmo que olhar para Deus, porque Ele é a sua expressa imagem. Ele é o perfeito receptáculo do Espírito de Deus. Cristo é o que se pode ver de Deus, porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade (Colossenses 2:9) e porque o Espírito não lhe foi concedido com limitações (João 3:34)

Jesus Cristo e o Pai são exatamente a mesma Pessoa. Da leitura de João 10:30 (eu e o Pai somo um), muitos entendem que Jesus e o Pai têm o mesmo intento, uma mesma personalidade. Porém ao responder Filipe, que gostaria de ver o Pai, Jesus diz:

“Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” (João 14:9-9).

Portanto olhar para Cristo era a mesma coisa que olhar para Deus. Considerando que Jesus jamais falhou e jamais pecou, e considerando o que disse YHVH sobre a quem pertence o poder (Salmos 62:11), Jesus jamais poderia ter dito:

“E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.” (Mateus 28:18-18)

Lembre-se de que YHVH não transfere a sua a glória para outrem.

Todos sabemos que apenas Deus pode ser adorado e Jesus também sabe disso (Mateus 4:10). Porém o Senhor Jesus foi adorado por diversas vezes (Mateus 15:25, 28:17; Lucas 24:52; João 9:38) e em nenhuma delas as pessoas que o adoraram foram repreendidas. Não existe contradição ou desobediência da parte do Senhor Jesus, mas apenas a confirmação de que Ele e Deus são o mesmo.

Jesus não é um “deus” menos forte que YHVH, como dizem as Testemunhas de “Jeová” (o verdadeiro nome de Deus é desconhecido desde há muito tempo atrás).

Observando as Escrituras Sagradas, no decorrer desses anos, o autor do blog acredita que a solução Unicista é a que mais se aproxima da verdade e a que melhor a explica.

Mas qual o problema com o dogma da Trindade e o Unitarismo?

ANÁLISE DA TRINDADE

Vejamos novamente a definição segundo o dogma da Trindade:

“As pessoas divinas são realmente distintas entre si. "Deus é único, mas não solitário" (Fides Damasi: DS 71). "Pai", "Filho”, Espírito Santo" não são simplesmente nomes que designam modalidades do ser divino, pois são realmente distintos entre si: "Aquele que é o Pai não é o Filho, e aquele que é o Filho não é o Pai, nem o Espírito Santo é aquele que é o Pai ou o Filho" (Cc. de Toledo XI, ano 675: DS 530). São distintos entre si pelas suas relações de origem: "É o Pai que gera, o Filho que é gerado, o Espírito Santo que procede" (Cc. Latrão IV, ano 1215: DS 804). A Unidade divina é Trina.”

Observe que o conceito de Trindade rebate diretamente a solução proposta pelo Unicismo, ao dizer “não são simplesmente nomes que designam modalidades do ser divino, pois são realmente distintos entre si”.

Continuando, diz que o “Pai não é o Filho”, que também não se confunde com Espírito Santo. Se o Pai não é o Filho, então estaríamos nós servindo a dois Deuses? Se o Espírito Santo procede do Pai e do Filho, seria o Espírito Santo um segundo espírito? Não há como defender a existência de um único Deus e ao mesmo tempo crer conforme representado na gravura abaixo:

Para acomodar o Deus da imagem acima, precisaríamos de pelo menos dois tronos, mas a Bíblia é unânime em nos revelar a existência de um único trono.

“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e a cauda do seu manto enchia o templo.” (Isaías 6:1-1)

“E logo fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono.” (Apocalipse 4:2)

“E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles.” (Apocalipse 20:11)

Outro versículo utilizado para defender o ensino da Trindade está em Gênesis 1:26. Quando Deus diz “façamos o homem”, Ele está utilizando o plural majestático. Aliás, o próprio termo Elohim, que é traduzido para Deus, está no plural, e deveria ser traduzido por deuses, mas não é.

Talvez por isso a insistência de Moisés ao registrar:

“Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.” (Deuteronômio 6:4)

Ao observar a Bíblia, encontraremos outras passagens que falam sobre o episódio da criação do mundo por Deus. Veja que nelas o plural majestático não foi utilizado:

“Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo: Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.” (Apocalipse 4:10-11)

Nesse caso, os vinte e quatro anciãos, que conhecem o Criador como nenhum de nós, estão dizendo: “porque tu criaste todas as coisas”. Se existissem três pessoas distintas no céu, eles deveriam ter dito “porque vós criastes todas as coisas”.

“A todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para a minha glória: eu os formei, e também eu os fiz.” (Isaías 43:7)

Nesse momento, Deus não usou a primeira pessoa do plural para esclarecer que Ele é o Criador de todas as coisas, mas a primeira pessoa do singular!

O ensino da trindade difunde a ideia de politeísmo, ainda que não seja essa a pretensão do cristão sincero que com esse ensino concorde.

ANÁLISE DO UNITARISMO

Vejamos novamente ao que prega o Unitarismo:

“O unitarismo (ou unitarianismo) é uma corrente de pensamento teológico que afirma a unidade absoluta do ETERNO. Os unitarianos entendem que o ETERNO é um e único, o Pai Jesus Cristo.”

Diante da dificuldade de conseguir uma definição mais completa, e no intuito de esclarecer um pouco mais sobre o ensinamento unitarista, foi necessário recorrer a outras fontes menos ortodoxas.

De acordo com o Wikipedia, “os unitários argumentam que o unitarismo teria seu início com o próprio Jesus, que, defendem, tinha consciência de ser simplesmente um homem enviado de Deus ao Mundo para transmitir Sua vontade, sem, todavia, ser divino, nem compartilhando da natureza do Pai”.

De fato, o Unitarismo prega a existência de um único Deus, mas a forma como creem em Jesus Cristo não se adequa aos ensinamentos contidos nas Escrituras Sagradas.

Se Cristo fosse apenas um homem e defendesse essa ideia abertamente perante os homens, ele jamais seria acusado de se fazer passar por Deus.

“Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo.” (João 10:33)

Nem permitiria ser adorado ou ainda ser chamado de Senhor e Deus, por Tomé:

“E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco. Depois disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente. E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu!” (João 20:26-28)

Se fosse um simples homem, como poderia o Senhor Jesus Cristo estar no inferno durante três dias pregando aos espíritos em cadeia (1 Pedro 3:18-19) e ao mesmo tempo no paraíso, por causa da promessa a um dos homens que foram crucificados com Ele (Lucas 23:43)?

De acordo com o diálogo, como o Filho do homem poderia estar conversando com Nicodemos e ao mesmo tempo estar no céu?

“Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais? Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu. E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado;” (João 3:12-14)

Se o Filho do homem estava não apenas diante de Nicodemos, mas também no céu, isso significa que todas as vezes que Jesus olhou para cima, como em João 17, Ele estava olhando para si próprio (o Filho do homem que está no céu)? Pense nisso!

“E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. Por isso vos disse que morrereis em vossos pecados, porque se não crerdes que eu sou, morrereis em vossos pecados.” (João 8:23,24)

EU SOU é o nome utilizado por Deus para enviar Moisés ao Egito. O Senhor Jesus utiliza a mesma expressão e diz ainda:

“Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.” (João 8:58-58)

Como Deus, sendo espírito, poderia ter sangue? Mas se compreendemos que Jesus Cristo é Deus, não teremos nenhum problema com o texto abaixo:

“Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.” (Atos 20:28)

Observe como a Palavra de Deus se complementa até chegarmos a uma conclusão tranquila acerca dos assuntos que estudamos. Deus é espírito, mas também tem sangue. Isso significa que em Jesus, Deus se revelou por completo ao ser humano.

Em Mateus 28:19, Jesus deu uma ordem aos discípulos para que fossem, fizessem discípulos e os batizassem em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Como os discípulos entenderam a mensagem, todos eles realizaram o batismo em nome do Senhor Jesus Cristo (Atos 2:38, 8:16, 10:48, 19:1-5), porque este é o nome do Pai, do Filho e do Espírito, que também é chamado de Espírito de Jesus (Filipenses 1:19) ou Espírito de Cristo (Romanos 8:9).

Deus se revela como Pai, Filho e Espírito ao homem, sua presença está em toda a Terra e universo, e mesmo assim continua sendo único.

Deus não pode ser representado como na imagem a seguir e nem por qualquer outra que o homem possa produzir.

É impossível, no momento, termos uma real noção de como Deus é, mas em breve o veremos face a face, no singular.


Deus seja louvado e glorificado eternamente!
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