Estratégias do inimigo

Estratégias do inimigo para afastar o maior número de pessoas de Deus:

O diabo quer separar ou manter as pessoas afastadas de Jesus Cristo porque sabe que não pode ter domínio sobre a vida de quem pertence a Deus.

Para conseguir isso, ele cega o entendimento de muitos (2 Coríntios 4:4) de uma forma que essas pessoas se tornam incapazes de crer na verdade.

Por causa disso, existem milhares de religiões no mundo, fruto de imaginação de homens ou de aparição de “anjos” ou “espíritos” que disseram estar falando a verdade e ensinando algo novo para as pessoas acreditarem.

Apesar de existirem tantas religiões diferentes, todas elas têm algo em comum: anular a salvação por meio de Jesus Cristo, criando outras “portas” para que o homem possa alcançar a vida eterna de paz.

A boa notícia é que o homem não precisa conhecer todos os caminhos errados para não errar, mas apenas crer no caminho correto e nele permanecer. A má notícia é que até mesmo no meio cristão, o inimigo tem trabalhado para destruir vidas e desviá-las do verdadeiro caminho, que é Jesus Cristo. Um exemplo da astúcia do inimigo foi a criação da “Bíblia Queen James”, que retirou toda e qualquer advertência contra a prática do homossexualismo. Outro exemplo é a Bíblia da Torre de Vigília, das Testemunhas de Jeová, que faz um esforço absurdo para dizer que Jesus Cristo não é Deus.

Nessa Bíblia, a referência em João 1:1 informa que Jesus Cristo é um “deus” (grafado intencionalmente com “d” minúsculo), para dar uma ideia de que Ele é diferente e menos importante que o Pai, quando o próprio Senhor Jesus Cristo afirmou que quem o visse, estaria vendo o próprio Pai (João 14:9). Apesar do esforço para maquiar a Palavra de Deus, essa mesma Bíblia, em Isaías 9:6, registra que Jesus Cristo é o Deus Forte com “D” maiúsculo.

De forma resumida, estes são os planos do diabo:

INVENTAR OUTROS CAMINHOS PARA A SALVAÇÃO

A Bíblia ensina que o sacrifício de Jesus é perfeito e completo, e que o seu sangue foi derramado na cruz para a salvação dos homens, para o perdão dos pecados. O Senhor Jesus Cristo afirmou ser o único caminho de salvação para o homem (João 14:6) e a verdadeira porta pela qual quem quer ser salvo deve passar (João 10:9).

Por não poder acabar com a verdadeira Palavra de Deus, apesar das muitas tentativas, o inimigo então pensou em várias outras maneiras de enganar e com isso conduzir muitos homens para o inferno.

Algumas das estratégias do inimigo possuem até uma boa aparência de piedade, mas todas são incapazes de salvar porque negam, em algum momento, que Jesus Cristo é o Filho de Deus, que morreu pelos pecadores, ressuscitou dos mortos, que é o Salvador da humanidade ou que é o próprio Deus.

SALVAÇÃO POR MEIO DAS BOAS OBRAS: Muitos negam a Cristo dizendo que serão salvos se tão somente praticarem as boas obras: são espíritas, budistas, testemunhas de Jeová, católicos e outros. Por mais óbvio que pareça, essas pessoas se esquecem de que juntamente com as boas obras, praticam também as más, porque todos pecaram (Romanos 3:23).

Por mais que nos esforcemos muito, nunca mereceremos a salvação. Ninguém obterá salvação pelos próprios meios, mas a receberá gratuitamente se crer que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que poderá salvá-lo.

É claro que Deus se agrada das boas obras, mas a Bíblia ensina que nós fomos feitos naturalmente para fazer as boas obras (Efésios 2:8-19). Quando você gira a chave do carro e o carro liga, você não chega a comemorar por causa disso. Com o ser humano, é mais ou menos assim, fazer uma boa ação não é mais do que uma obrigação. Mas o que fazer com as más obras? Onde escondê-las?

Considere o exemplo de um político que fez muitas benfeitorias em uma cidade. Esse político é aclamado pela sociedade, mas até o dia em que é pego desviando muito dinheiro dos cofres públicos. Ninguém se lembrará desse político por todas as boas obras que fez, mas todos desejarão vê-lo preso pela última má obra. Distribuir pão e leite entre os mais carentes não vai mudar a imagem de político corrupto. A única saída é reconhecer o erro e pedir perdão a Deus, que é rico em perdoar (Salmos 86:5). Em Jesus nós temos a salvação e a vida eterna!

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;” (João 11:25)

REENCARNAÇÃO. Alguns acreditam que, após a morte, voltarão a nascer em um novo corpo nesse mundo para se tornarem pessoas melhores do que foram numa suposta vida anterior. Quem acredita nisso desconsidera o grande sacrifício de Jesus, que deu a própria vida para a salvação daquele que nele crê.

Não faz sentido acreditar que o homem pode reencarnar várias vezes nesse mundo para se tornar uma pessoa melhor. A verdade é que o mundo está ficando cada vez pior, cada vez mais egoísta, cada vez mais imoral, cada vez mais capitalista. Se existisse reencarnação e se ela realmente pudesse tornar o ser humano melhor, então a atual geração deveria ser formada por pessoas maravilhosas e muito bondosas, mas a realidade não é essa.

Em Hebreus 9:27 está escrito que aos homens está ordenado morrer apenas uma vez, vindo após isso o juízo. Em quem acreditar? Em um evangelho escrito por um só homem há algumas dezenas de anos atrás, que não apresenta fundamento ou prova alguma de que esteja falando uma verdade, ou num grupo de aproximadamente quarenta homens perfeitamente instruídos e dirigidos pelo Espírito de Deus? A Bíblia Sagrada ou o evangelho segundo o espiritismo de Allan Kardec?

Para saber se um espírito procede de Deus, basta verificar o que esse espírito confessa acerca de Jesus Cristo:

“Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus” (1 João 4:2)

Porém os adeptos da doutrina espírita negam, baseado nas “revelações dos espíritos” que Jesus tenha ressuscitado em carne e no mesmo corpo, mas consideram que ressuscitou apenas em espírito.

Porém Jesus disse aos seus discípulos:

“Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.” (Lucas 24:39)

PURGATÓRIO: Se o alguém pudesse ser salvo no purgatório, não faria sentido Jesus Cristo ter padecido tanto na cruz para salvar os homens. Ao lermos a parábola de Lázaro (o mendigo) e do rico, em Lucas 16, percebemos que a doutrina do purgatório católico é absurda e insustentável, pois ao morrer, o mendigo é enviado direta e imediatamente ao paraíso, enquanto o rico, ao inferno. Jesus não falou sobre um purgatório em seu ensinamento.

Sofrimento próprio não produz salvação alguma. Existem religiões que orientam as pessoas a baterem na própria carne, para que por meio desse castigo, possam ser achadas dignas de salvação. O purgatório não é diferente, porém o castigo se daria após a morte.

Em uma ocasião, o profeta Isaías disse: “O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele” (Isaías 53:5). Precisamos mesmo ter a paz e a certeza de que Cristo já pagou completamente o preço lá na cruz, pois Ele disse “Está consumado”. Morrer esperando o purgatório é motivo para aflição, e não de paz. Acerca desse assunto, leia ainda Mateus 1:21, João 1:29, Efésios 1:7, Mateus 26:28, Colossenses 1:14.

GUARDA DO SÁBADO: Se a guarda do sábado for apresentada como condição necessária para a salvação do homem, muito cuidado. O Senhor Jesus Cristo foi perseguido e crucificado por fariseus religiosos da época, que “coavam mosquitos e engoliam camelos”. Esses homens guardavam o sábado e não se conformavam com o fato de Jesus Cristo não o guardar também.

“Então alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus, pois não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tais sinais? E havia dissensão entre eles.” (João 9:16)

Quando os fariseus perceberam que o Cristo, o Messias, não guardava o sábado como queriam, eles ficaram furiosos ao ponto de se dividirem entre si.

Mas qual o motivo da perseguição? As Escrituras Sagradas registram a guarda do sábado como um dos dez mandamentos que Deus ordenou ao povo, por meio de Moisés:

“Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhum trabalho nele, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro que está dentro de tuas portas; para que o teu servo e a tua serva descansem como tu;” (Deuteronômio 5:13-14)

O que os fariseus não sabiam, ou não queriam lembrar, é que havia uma profecia oriunda de Deus informando que os sábados seriam interrompidos:

“E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades.” (Oséias 2:11)

"Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus." (João 5:18)

Por isso, o Novo Testamento deixou de fora apenas o mandamento para a guarda do sábado, preservando os demais. Uma nova aliança foi posta no lugar, para que o homem pudesse ser salvo pela fé e não pelas obras da lei. O texto abaixo explica bem qual o real interesse de Deus para nossas vidas:

“Naquele tempo passou Jesus pelas searas, em um sábado; e os seus discípulos, tendo fome, começaram a colher espigas, e a comer. E os fariseus, vendo isto, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer num sábado. Ele, porém, lhes disse: Não tendes lido o que fez Davi, quando teve fome, ele e os que com ele estavam? Como entrou na casa de Deus, e comeu os pães da proposição, que não lhe era lícito comer, nem aos que com ele estavam, mas só aos sacerdotes? Ou não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa? Pois eu vos digo que está aqui quem é maior do que o templo. Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes. Porque o Filho do homem até do sábado é Senhor.” (Mateus 12:1-8)

Ainda existem cristãos que insistem em se justificar pelo cumprimento das obras da lei. Mas isso é um grande engano porque a lei não serve para salvar, mas para condenar:

“E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.” (Gálatas 3:11)

A lei de Deus tem duas funções muito importantes, sem excluir as demais:

Devemos permanecer no evangelho da graça, o mesmo que diz que a salvação vem de Deus, gratuitamente aos que creem, e não por esforço ou mérito humanos.

“Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; o qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo.” (Gálatas 1:6-7)

Se ainda há alguma dúvida sobre a necessidade de guardar o sábado como requisito para salvação, como dizem os adventistas, ou mesmo o domingo, como creem outros grupos, observe o que dizem as referências abaixo:

“Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco.” (Gálatas 4:9-11)

BATISMO PELOS MORTOS: Outra doutrina totalmente oposta aos ensinamentos bíblicos (Lucas 16:19-26). Nesse caso, a pessoa, ainda que nunca tenha se arrependido de seus pecados em vida, poderá ser salva depois de morta, quando for batizada pelos mórmons. É importante ressaltar que o batismo (nem pelos vivos e nem pelos mortos) não é o responsável pela salvação, mas sim o Senhor Jesus Cristo. O batismo é um ato público de fé em que a pessoa declara a todos (homens e mundo espiritual) a sua fé no Filho de Deus.

Os mórmons são cidadãos, pessoas de família, mas estão sendo enganados por várias doutrinas estranhas. Se esse é o seu caso, estude atentamente a comprometedora história de vida do responsável por esse ensinamento, Joseph Smith, que se dizia profeta, e observe o que está escrito na Palavra de Deus em Mateus 7:15-20. Procure também se informar sobre as muitas profecias não cumpridas e o que diz a Bíblia a respeito disso em Deuteronômio 18:21-22.

“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento;” (Oséias 4:6a)

Existem muitas outras portas falsas no mundo, doutrinas de engano. Porém a ousadia do inimigo não permite que ele pare por aí. Com muita astúcia, ele consegue atingir até mesmo os lugares onde as pessoas se reúnem para buscar e adorar ao verdadeiro e único Deus.

CRIAR ESCÂNDALOS NO MEIO CRISTÃO

Com certa frequência, alguns acontecimentos no meio cristão estão escandalizando a sociedade. Por causa dos maus exemplos de homens que se deixaram corromper pelo dinheiro, hoje muitos homens têm zombado do caminho da verdade, conforme a profecia antiga.

“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (2 Pedro 2:1-3)

Em um determinado ministério, obreiros comercializavam a fé vendendo garrafinhas de água do milagre a preços que variavam de cem a mil reais e muitos dos que viram esse vídeo riram do povo de Deus, bastava ver os comentários.

É lógico que até os compradores dessas garrafinhas estão cometendo um grande erro, pois as bênçãos de Deus não se alcançam por dinheiro, mas pela fé e gratuitamente (Atos 8:18-21). O que poderíamos dar a Deus e que Ele já não tenha?

“Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai. (Mateus 10:8)

Isso sem falar em homens que compram milhares de cabeça de gado, fazendas, carros luxuosos e mansões com o dinheiro arrecadado para uso na obra, o qual deveria servir para alimentar e vestir os pobres, socorrer os necessitados e manter em funcionamento os locais de culto a Deus.

Jesus Cristo ensinou a parábola do joio e do trigo (Mateus 13). Ele falou isso sobre as pessoas que estão nas igrejas, e não sobre as que estão no mundo. Nas congregações convivem sementes de Deus (trigo) e sementes do diabo (joio). São essas últimas as responsáveis pelos escândalos que afastam muitas pessoas do caminho da verdade.

Em algumas congregações, é comum ouvir insistentes pedidos para contribuições em dinheiro. Porém a mesma dedicação não é vista quando o assunto é dividir esse mesmo dinheiro entre os mais necessitados, conforme ordena a Palavra. A Palavra de Deus é pregada com desvio de finalidade, visando alcançar objetivos particulares e mesquinhos de quem está “à frente da obra”, mas não foi chamado por Deus.

“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” (1 Timóteo 6:10)

O amor ao dinheiro tem destruído a muitos, de tal maneira que tem sido comum ouvir expressões do tipo “quanto o irmão cobra para louvar na igreja?”, ou ainda “quanto o pastor cobra para pregar no congresso?”. Será que Deus precisa mesmo desses mercadores da fé para propagar o evangelho? Será que Deus não é digno de ser servido e adorado voluntaria e gratuitamente?

Muitas pessoas são vítimas do evangelho egocêntrico, onde a figura do homem é exaltada em prejuízo a de Cristo. Nesse caso, os louvores, a pregação, tudo gira em torno do homem, e não de Deus. Para manter “a casa cheia”, o pregador promete muitas coisas e Deus acaba sendo transformado em uma espécie de “papai noel” distribuidor de bênçãos, sujeito à vontade humana, que deve ser sempre atendida, ainda que para fins de deleites pessoais. Os triunfalistas jamais adoecem, passam fome ou são pobres. Todas as coisas dão certo para eles, pois Deus está a serviço dessas pessoas.

“Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” (Filipenses 4:11-13)

Existe um perigo muito grande para quem acha que tudo deve dar certo para o crente e que Deus é um abençoador incondicional. No dia em que algo der errado, logo abandonará o caminho, conforme o Senhor Jesus Cristo disse na parábola:

“O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria; Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende;” (Mateus 13:20-21)

Outro perigo que está rondando a vida de muitos cristãos é o atual farisaísmo de algumas denominações, que estabelecem exigências descabidas para os fieis. Homens que vivem de aparências, colocando sobre os ombros dos demais obrigações difíceis de suportar (Mateus 23:4).

Existem pessoas que acreditam que a santidade está na roupa do crente e não no seu modo de viver. É evidente que roupas escandalosas devem ser evitadas, mas algumas exigências estão beirando o absurdo. Parece uma questão até simples e que não merece destacada atenção, mas a verdade é que esse assunto é muito sério:

“Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde.” (Gálatas 2:21)

Isso quer dizer que para muitos crentes fariseus, a morte de Cristo foi em vão, pois essas pessoas acreditam que serão salvas por mérito próprio. Elas fazem de tudo para mostrar que são merecedoras de receber o prêmio da salvação.

“E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.” (Lucas 18:9-14)

Se você crê na Palavra de Deus, crê que Jesus Cristo morreu na cruz e ressuscitou ao terceiro dia e que Ele tem poder para mudar a sua vida, mas ainda não se entregou a Jesus, faça essa oração...

“Senhor meu Deus e Pai, perdoa-me por todos os pecados que cometi, assim como eu perdoo agora a todos aqueles que me ofenderam. Eu me rendo aos teus pés e me entrego em tuas mãos, recebendo o Senhor Jesus Cristo como único, suficiente e eterno salvador da minha vida. Escreve o meu nome no livro da vida e faz morada em mim. Dirige os meus passos pelo caminho da vida eterna e me dá a transformação para que eu possa viver apenas para honra e glória do seu santo nome, eu te peço em nome de teu Filho amado, o Senhor Jesus Cristo, amém.”

Leia a Bíblia Sagrada. Participe de uma congregação que tenha Jesus Cristo como único Senhor e Salvador, a Bíblia Sagrada como única fonte segura de revelação de Deus, e que se preocupe com a saúde de sua vida espiritual e a sua santificação.

O principal objetivo de quem se reúne em uma congregação é o de adorar a Deus. Lembre-se sempre que o seu compromisso é primeiramente com Deus. Portanto se alguém desapontá-lo, continue firme e fiel ao Senhor Jesus.

Deus é o Senhor dos exércitos e nós devemos estar alistados no exército, fazendo parte do Corpo de Cristo (igreja). Seja um cristão do tipo bereano (Atos 17:11), que ouve e examina tudo nas Escrituras, a fim de verificar se está correto.


Deus seja louvado e glorificado eternamente!
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